Essa teoria diz que o homem é feliz quando ele sabe aproveitar a vida e também sabe o que pode aproveitar a vida, ou seja, ele é civilizado, pois une o saber e o poder. Como diz um trecho do livro "o homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado”
Jacinto não encontra na ciência e na civilização a felicidade que esperava. A teoria fala dos dois lados. A vida da cidade, e a vida nas serras. A suma ciência seria a vida na cidade, paris. Suma potência seria a vida nas serras, seus sonhos e a frustração que eles trazem. Jacinto não encontra a felicidade somando a suma ciência e a suma potência. É uma fórmula que ele criou, para mostrar um equívoco.
"O homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado.", ou seja, o potencial de uma pessoa e todas as ciências já descobertas, uma pessoa civilizada, é igual à sua felicidade.
A teoria explica que o homem é superior se ele sabe usar as possibilidades, se ele usa a ciência e o poder a favor da felicidade dele, ou seja, ele deve usar esses dois fatores para buscar a felicidade, sem abusar da ciência e nem mesmo da potência. "Enquanto à inteligência, e à felicidade que dela se tira pela incansável acumulação das noções, só te peço que compares Renan e o Grilo... Claro é portanto que nós devemos cercar da Civilização nas máximas proporções para gozar nas máximas proporções a vantagem de viver."
Baseado nos pensamentos de Jacinto, a fórmula algébrica foi criada por um colega (Jorge Calange). Basicamente, trata-se da plena felicidade alcançada pela plena civilização do homem. Sabemos pela fórmula que a suma potência e a suma ciência são grandezas diretamente proporcionais e interligadas. Com a Suma Ciência, Jacinto refere-se ao ser culto, conhecedor dos maiores filósofos e com amplitude em seu saber. A urbanização é tanto um reflexo da ciência quanto um aliado à ela e também a representação de sua união com a civilização, a Suma Potência. Jacinto crê que a civilização é o alicerce para se aplicar a ciência e enxergar o mundo além da realidade simples. Seu então adquirido poder analítico lhe possibilita transcender e ter uma visão mais ampla do que a daqueles que simplesmente vivem sem buscar conhecer as entranhas da vida. Quem busca, eleva seu nível de percepção, e vê as coisas que até então lhe eram invisíveis, e isso o bota um passo mais próximo de entender o universo. Dentre os muitos argumentos de Jacinto voltados para a grandiosidade das cidades, o que mais facilmente explica a relação de suma potência e suma ciência é a comparação simples que faz numa conversa com Zé Fernandes no trecho a seguir:
"- Aqui tens tu, Zé Fernandes (começou Jacinto, encostado à janela do mirante), a teoria que me governa, bem comprovada. Com estes olhos que recebemos da Madre natureza, lestos e sãos, nós podemos apenas distinguir além, através da Avenida, naquela loja, uma vidraça alumiada. Mais nada! Se eu porém aos meus olhos juntar os dois vidros simples dum binóculo de corridas, percebo, pôr trás da vidraça, presuntos, queijos, boiões de geléia e caixas de ameixa seca. Concluo portanto que é uma mercearia. Obtive uma noção: tenho sobre ti, que com os olhos desarmados vês só o luzir da vidraça, uma vantagem positiva. Se agora, em vez destes vidros simples, eu usasse os do meu telescópio, de composição mais científica, poderia avistar além, no planeta Marte, os mares, as neves, os canais, o recorte dos golfos, toda a geografia dum astro que circula a milhares de léguas dos Campos Elísios. É outra noção, e tremenda! Tens aqui pois o olho primitivo, o da Natureza, elevado pela Civilização à sua máxima potência de visão. E desde já, pelo lado do olho portanto, eu, civilizado, sou mais feliz que o incivilizado, porque descubro realidades do Universo que ele não suspeita e de que está privado. Aplica esta prova a todos os órgãos e compreenderás o meu princípio. Enquanto à inteligência, e à felicidade que dela se tira pela incansável acumulação das noções, só te peço que compares Renan e o Grilo... Claro é portanto que nos devemos cercar da Civilização na máximas proporções para gozar nas máximas proporções a vantagem de viver. Agora concordas, Zé Fernandes?"
A teoria explica que "o homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado." Portanto, a felicidade é uma junção do saber e do poder com o aproveitamento da natureza relacionando a vida na cidade com a vida nas serras. Sendo a Suma ciência constituída por dois meios: a tecnologia e a erudição, E a Suma potência constitui-se pela melancolia e angústia, formando juntas a Suma felicidade. Ana Luiza Serrão n02 Beatriz Pezeta n04
O homem de acordo com a teoria consegue usar a ciência e o poder para buscar a felicidade, e se considera uma pessoa civilizada. Para Jacinto,a Suma ciência e a Suma potência se unem com a integração da urbanização com a amplitude em saber.
A teoria da equação metafísica de Jacinto explica que o homem só será superiormente feliz se for superiormente civilizado, ou seja, ele terá sua felicidade completa, se tiver adquirido os mais diversos conhecimentos da vida, desde o mais simples até o mais completo ensinamento. Juliana Bittencourt (n 14) e Yolana Bianchi (n 32) 2ºRB
Segundo a obra, Jacinto era um homem nobre que tinha em Paris, uma grande cidade, um ideal de civilização. Este conheceu o narrador Zé Fernandes, que com pensamentos contrários, via a superioridade na vida rural. Jacinto então formulou a teoria que combinava os dois pontos de vista, concluindo que a Suma Potência, a que remetia ao campo, representa a civilização e também a melancolia, e a Suma Ciência representa o urbano, o moderno. Assim, as duas juntas seriam a Suma Felicidade, como se mostra no trecho "O homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado". Giovana Moutinho (09) e Amanda Novais (01) 2RB
Para Jacinto o homem só é completamente feliz quando é um homem civilizado.Para isso é necessário um equilíbrio entre a ciência ,que é a vida na cidade e a potência,que é a vida nas serras. Nathália Pinho 23,Thayna Ariel 28
Essa teoria diz que o homem é feliz quando ele sabe aproveitar a vida e também sabe o que pode aproveitar a vida, ou seja, ele é civilizado, pois une o saber e o poder. Como diz um trecho do livro "o homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado”
ResponderExcluirJulia Couto de Oliveira. 2RA n-19
Jacinto não encontra na ciência e na civilização a felicidade que esperava. A teoria fala dos dois lados. A vida da cidade, e a vida nas serras. A suma ciência seria a vida na cidade, paris. Suma potência seria a vida nas serras, seus sonhos e a frustração que eles trazem. Jacinto não encontra a felicidade somando a suma ciência e a suma potência. É uma fórmula que ele criou, para mostrar um equívoco.
ResponderExcluirGabriela Castori de Souza, n 13 2RA
"O homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado.", ou seja, o potencial de uma pessoa e todas as ciências já descobertas, uma pessoa civilizada, é igual à sua felicidade.
ResponderExcluir2RA
Arthur Corrêa 04.
Beatriz Botelho 05
A teoria explica que o homem é superior se ele sabe usar as possibilidades, se ele usa a ciência e o poder a favor da felicidade dele, ou seja, ele deve usar esses dois fatores para buscar a felicidade, sem abusar da ciência e nem mesmo da potência. "Enquanto à inteligência, e à felicidade que dela se tira pela incansável acumulação das noções, só te peço que compares Renan e o Grilo... Claro é portanto que nós devemos cercar da Civilização nas máximas proporções para gozar nas máximas proporções a vantagem de viver."
ResponderExcluirBruno Moraes N 7
Luis Esteves N 23
Baseado nos pensamentos de Jacinto, a fórmula algébrica foi criada por um colega (Jorge Calange). Basicamente, trata-se da plena felicidade alcançada pela plena civilização do homem. Sabemos pela fórmula que a suma potência e a suma ciência são grandezas diretamente proporcionais e interligadas. Com a Suma Ciência, Jacinto refere-se ao ser culto, conhecedor dos maiores filósofos e com amplitude em seu saber. A urbanização é tanto um reflexo da ciência quanto um aliado à ela e também a representação de sua união com a civilização, a Suma Potência. Jacinto crê que a civilização é o alicerce para se aplicar a ciência e enxergar o mundo além da realidade simples. Seu então adquirido poder analítico lhe possibilita transcender e ter uma visão mais ampla do que a daqueles que simplesmente vivem sem buscar conhecer as entranhas da vida. Quem busca, eleva seu nível de percepção, e vê as coisas que até então lhe eram invisíveis, e isso o bota um passo mais próximo de entender o universo.
ResponderExcluirDentre os muitos argumentos de Jacinto voltados para a grandiosidade das cidades, o que mais facilmente explica a relação de suma potência e suma ciência é a comparação simples que faz numa conversa com Zé Fernandes no trecho a seguir:
"- Aqui tens tu, Zé Fernandes (começou Jacinto, encostado à janela do mirante), a teoria que me governa, bem comprovada. Com estes olhos que recebemos da Madre natureza, lestos e sãos, nós podemos apenas distinguir além, através da Avenida, naquela loja, uma vidraça alumiada. Mais nada! Se eu porém aos meus olhos juntar os dois vidros simples dum binóculo de corridas, percebo, pôr trás da vidraça, presuntos, queijos, boiões de geléia e caixas de ameixa seca. Concluo portanto que é uma mercearia. Obtive uma noção: tenho sobre ti, que com os olhos desarmados vês só o luzir da vidraça, uma vantagem positiva. Se agora, em vez destes vidros simples, eu usasse os do meu telescópio, de composição mais científica, poderia avistar além, no planeta Marte, os mares, as neves, os canais, o recorte dos golfos, toda a geografia dum astro que circula a milhares de léguas dos Campos Elísios. É outra noção, e tremenda! Tens aqui pois o olho primitivo, o da Natureza, elevado pela Civilização à sua máxima potência de visão. E desde já, pelo lado do olho portanto, eu, civilizado, sou mais feliz que o incivilizado, porque descubro realidades do Universo que ele não suspeita e de que está privado. Aplica esta prova a todos os órgãos e compreenderás o meu princípio. Enquanto à inteligência, e à felicidade que dela se tira pela incansável acumulação das noções, só te peço que compares Renan e o Grilo... Claro é portanto que nos devemos cercar da Civilização na máximas proporções para gozar nas máximas proporções a vantagem de viver. Agora concordas, Zé Fernandes?"
Camila Yumi (10) e Mariana Siqueira (25) - 2RA
A teoria explica que "o homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado." Portanto, a felicidade é uma junção do saber e do poder com o aproveitamento da natureza relacionando a vida na cidade com a vida nas serras.
ResponderExcluirSendo a Suma ciência constituída por dois meios: a tecnologia e a erudição, E a Suma potência constitui-se pela melancolia e angústia, formando juntas a Suma felicidade.
Ana Luiza Serrão n02
Beatriz Pezeta n04
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ResponderExcluirO homem de acordo com a teoria consegue usar a ciência e o poder para buscar a felicidade, e se considera uma pessoa civilizada. Para Jacinto,a Suma ciência e a Suma potência se unem com a integração da urbanização com a amplitude em saber.
ResponderExcluirGustavo pinho (11) Laís Mascarenhas (16)
2RB
A teoria da equação metafísica de Jacinto explica que o homem só será superiormente feliz se for superiormente civilizado, ou seja, ele terá sua felicidade completa, se tiver adquirido os mais diversos conhecimentos da vida, desde o mais simples até o mais completo ensinamento.
ResponderExcluirJuliana Bittencourt (n 14) e Yolana Bianchi (n 32) 2ºRB
Segundo a obra, Jacinto era um homem nobre que tinha em Paris, uma grande cidade, um ideal de civilização. Este conheceu o narrador Zé Fernandes, que com pensamentos contrários, via a superioridade na vida rural. Jacinto então formulou a teoria que combinava os dois pontos de vista, concluindo que a Suma Potência, a que remetia ao campo, representa a civilização e também a melancolia, e a Suma Ciência representa o urbano, o moderno. Assim, as duas juntas seriam a Suma Felicidade, como se mostra no trecho "O homem só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado".
ResponderExcluirGiovana Moutinho (09) e Amanda Novais (01) 2RB
Para Jacinto o homem só é completamente feliz quando é um homem civilizado.Para isso é necessário um equilíbrio entre a ciência ,que é a vida na cidade e a potência,que é a vida nas serras. Nathália Pinho 23,Thayna Ariel 28
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